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PATHS – colectiva de ilustração

November 17, 2007

PATHS _ caminhos para
Ana Rita Ferreira
Carlos Baptista
Diana Gomes
João Pádua
Luísa Oliveira
Luís Barbosa
Manuela São Simão
Marta Borges
Marta Oliveira
Paulo Hernâni

Colectiva de Ilustração
Livraria Ìndex
17 de Novembro a 31 de Dezembro 2007

Rua D.Manuel II nº 320, Porto
(frente à Biblioteca Municipal Almeida Garret)

PATHS são territórios por mapear, são caminhos imaginários, percursos do corpo e da mente, limitações por ultrapassar, limites e fronteiras por derrubar.

PATHS são perguntas e possíveis respostas. Ao mesmo tempo perguntas sem resposta: pretende-se deixar em aberto interpretações exteriores à intenção, àquilo que, de certa forma, motivou a produção destas “respostas visuais”.

PATHS é uma mostra colectiva numa livraria. Poder-se-ía ilustrar os livros aqui expostos ou, até, reflectir sobre alguns deles. No entanto, cada um preferiu reunir a sua compilação de vivências e experiências únicas, ilustrando o seu caminho interior, um caminho para casa, um percurso conturbado,ou um shortcut sintetizado numa fotografia a preto e branco; uma folha em branco arrancada de um caderno diário, de um diário de viagem; uma caixa cheia de histórias ou estórias, uma estante de livros com objectos inesperados; uma imagem, um gesto, um perfil, uma silhueta ou um still arrancado de um movimento, de um conjunto de emoções.
Caminhos no espaço e no tempo, no corpo e na mente, que saem para fora mas inevitavelmente, partem de dentro de cada um e encontram nesta mostra, não um fim, mas antes uma paragem comum.

PATHS são caminhos individuais, de pessoas com condutas, responsáveis cada uma delas pelas suas acções. Estamos em sociedade e existem caminhos e percursos que por vezes se nos opõem e impedem de seguirmos aquele por que optámos inicialmente.

Enquanto parte de um grupo temos intenções e linguagens diferentes, mas a nossa procura está em conseguir manter a diferença, a singularidade de cada um, sem que essa se oponha ao discurso do próximo e de todos enquanto grupo. O que manifestamos aqui é diferente do que fazemos individualmente. Tal como viver em sociedade, não se trata de uma UTOPIA, mas antes de um eterno desafio.

Manuela São Simão (Outubro,2007)

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